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Rádio Uirapuru - Agronegócios

Publicada em: 05/04/2018 , por Jornalismo Rádio Uirapuru

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Em quatro anos, Emater registra supersafra, economia de R$ 49 milhões e investimentos em drones

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Créditos: Vanessa Almeida de Moraes
Em quatro anos, Emater registra supersafra, economia de R$ 49 milhões e investimentos em drones

Os últimos quatro anos foram positivos para o campo. Na safra 2016/2017, por exemplo, as culturas do milho, soja, arroz e feijão bateram o recorde em produção com mais de 33 milhões de toneladas. A safra de grãos de verão desse ano foi menor do que a anterior, alcançando 30,2 milhões de toneladas, mas, ainda assim, a segunda maior em 10 anos. Os números foram apresentados pelo presidente da EmaterRS, Clair Kuhn, durante seminário regional realizado na manhã de ontem (4) em Passo Fundo.

 

Em entrevista à Uirapuru, Clair Kuhn, que deixará o cargo nesta sexta-feira (6), também fez um balanço dos avanços regionais no período de 2014 a 2018. Frisou que a Emater conseguiu passar por toda a crise econômica do Estado e do país, mantendo salários em dia e promoções. Contou que a Emater economizou R$ 49 milhões desde 2015, mas não deixou de investir nos 12 escritórios regionais, com notebooks novos e agora com a distribuição de 690 tabletes para agilizar o trabalho dos técnicos da Emater junto aos agricultores, com dados e informações imediatas. Também estão sendo licitados 12 drones que serão entregues a cada uma das regiões.

 

A ferramenta vai ser utilizada no levantamento fotográfico das propriedades, em especial das pequenas, facilitando as ações diretas nas áreas e evitando o desperdício de produtos. O presidente disse que se procurou otimizar os recursos públicos, levando investimentos que o agricultor vai utilizar e que vão fazer diferença na vida dele.

 

Clair Kuhn avalia período da colheita de soja e destaca vantagens no armazenamento do produto

 

O agricultor pode ter toda a orientação técnica da Emater, a melhor adubação e conservação do solo, mas está em uma atividade que depende do clima, da chuva ou do sol e de outros fatores climáticos. Não adianta fazer tudo certo se o tempo não apresentar todas as condições necessárias para o período. A região de Passo Fundo está no momento de colheita da soja e as chuvas preocupam alguns agricultores. Segundo a Embrapa, em março choveu 151,4 milímetros em Passo Fundo, 10,89% acima da média normal para o mês.

 

O presidente da EmaterRS, Clair Kuhn, explicou que a chuva atrasa a colheita, mas não chega a prejudicar a produtividade da soja. No entanto, na outra ponta está facilitando a questão do armazenamento. Na supersafra de grãos, do ano passado, os silos e armazéns tiveram dificuldades para armazenar o produto.

 

Nesse ciclo, com dois ou três dias de sol o produto chega no silo e quando chove os caminhões conseguem trabalhar e, não entrando produto, é possível escoar a soja para o porto e para os outros locais. Também se consegue abrir espaço para assim que sair o sol, novamente, o produto que sair da lavoura possa chegar com qualidade e também ser armazenado.

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