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Ieda Almeida

  • Quarta-Feira, 25/04/2018

    Momentos de Vida

    O que julgamos ser óbvio; Quase nunca o é em verdade...

     

    O que julgamos ser verdade; Quase nunca o é em absoluto...

     

    O que julgamos ser absoluto; Quase nunca o é para sempre...

     

    O que julgamos ser para sempre; Quase nunca vai além do amanhã...

     

    O que julgamos ser até amanhã; Quase nunca chega até lá de fato...

     

    Quando julgamos, quase sempre o fazemos com nossos sentimentos e sem ter o conhecimento de todo o contexto, nos falta compreender o que seja a transitoriedade da vida, por isso, na grande maioria das vezes... erramos.

     

    *Sérgio Rossetto

  • Terça-Feira, 24/04/2018

    O lixo emocional deve ser reciclado

    Algumas vezes devemos rever o que estamos carregando conosco, se isso não esta impedindo nosso crescimento pessoal...

     

    Reflitam!!

     

    Existe um lixo emocional. Ele é produzido nas usinas de nosso pensamento, enquanto crescemos interiormente.

     

    São emoções que passaram por nossa vida e nos ajudaram, mas que não têm mais utilidade.


    São sentimentos que foram importantes no passado, não no presente. São recordações de dor que nos amadureceram e que agora não servem para nada.

     

    Não podemos carregar este lixo. Ele foi feito para ser jogado fora. E, no entanto, apegados aos nossos sentimentos antigos, ficamos com pena de deixá-los.

     

    Enchemos nosso porão espiritual com uma quantidade imensa de memórias inúteis, que ofuscam as lembranças importantes.

     

    Não procure sentir coisas que você não está sentindo mais. Não procure ser como você era.


    Você está mudando. Permita que seus sentimentos o acompanhem.

  • Segunda-Feira, 23/04/2018

    O Valor da Vida

    Não duvide do valor da vida, da paz, do amor, do prazer de viver, enfim, de tudo que faz a vida florescer. Mas duvide de tudo que a compromete. Duvide do controle que a miséria, ansiedade, egoísmo, intolerância e irritabilidade exercem sobre você.

     

    Quando somos abandonados pelo mundo, a solidão é superável; quando somos abandonados por nós mesmos, a solidão é quase incurável. Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência.

     

    Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã. Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama. É abraçar, se entregar, sonhar, recomeçar tudo de novo.

     

    É desenvolver a arte de pensar e proteger a emoção. Mas, acima de tudo, ser livre é ter um caso de amor com a própria existência e desvendar seus mistérios.

     

    Se seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil. Os sonhos regam a existência com sentido.

     

    *Augusto Cury

  • Quinta-Feira, 19/04/2018

    O que tiver que ser será, a seu tempo e seu momento

    O que tiver que ser será, a seu tempo e seu momento, porque o destino é incerto e por vezes os ventos simplesmente não sopram a nosso favor, nem nossas velas estão prontas para serem içadas, apesar de nosso empenho...

     

    Dizem que as melhores coisas não se planejam, que simplesmente acontecem e que é melhor não pressionar o tempo. Porque se algo realmente deve acontecer, acontecerá de alguma maneira. E se algo não deve ser feito, não será feito. É simples.

     

    Por isso, de vez em quando, é bom não planejar nem esperar, deixar de exigir razões pra seguir avançando por um caminho não muito nítido e desapegar do mundo das expectativas e dos planejamentos.

     

    O fato de que as coisas são mais simples do que parecem à primeira vista nos abre um grande leque de possibilidades para aproveitar a vida a partir de outra perspectiva, muito mais relaxada e condizente com nosso bem estar.

     

    Tudo passa, tudo chega, tudo se transforma

     

    Provavelmente todos estamos de acordo que somos produto de nossas circunstâncias e de nossos desejos. Às vezes, no entanto, ambos são incompatíveis, ou é difícil para nós digerir as consequências que carregam. Isso gera preocupações que nos trazem angústias e, como dizem, amargam nossa existência.

     

    Nessa ocasião é bom lembrar-se de um famoso provérbio árabe que encerra em si mesmo uma lógica infalível: Se tem solução, por que preocupar-se? E se não tem solução, por que preocupar-se?

     

    É verdade que sim, parece óbvio que não deveríamos nos preocupar com aquilo que não podemos resolver, mas relaxar, deixar-se levar e manter a calma pode ser praticamente impossível em certos momentos.

     

    Por isso, talvez o que devemos aprender é que há certas coisas que escapam do nosso controle e que em muitas ocasiões deixar que a vida flua, e aceitar as circunstâncias é a melhor das opções disponíveis.

     

    Não somos couraça, somos respiração

     

    Somos aquilo que digerimos, as pedras em que tropeçamos, os machucados dos quais não nos curamos e os fins trágicos de nossa vida. Não somos só sorrisos, alegrias ou verdades, também somos mentiras (as que nos contam e as que contamos), somos as críticas e lágrimas que não choramos.

     

    Por isso é complicado compreender tudo o que nos compõe. Mas isso não significa que tenhamos que desconfiar da felicidade ou, simplesmente, das casualidades da vida.

     

    Não se trata de acreditar ou não acreditar no destino, mas sim de deixar que as circunstâncias nos surpreendam e, assim, abrir as janelas da tranquilidade emocional para que possamos reviver nossos sentimentos.

     

    De vez em quando é necessário fugir de nós mesmos e de nossas expectativas. Ou seja, lavar nossa mente para mudar de perspectiva, contar até dez e encher de oxigênio nossos pulmões.

     

    Isso nos ajudará a não perder o trem e a não nos arrependermos daquilo que perdemos por nossa mania inquieta de pontuar textos apressadamente à caneta. Quando tiver que existir um ponto final, que seja, mas respeitemos as reticências, as vírgulas e os ponto e vírgula.

     

    Dizem que o que não mata fortalece, e que é justamente esse impulso que ajuda a correr quilômetros e quilômetros de caminhos de pedra com os pés descalços. A verdade é que a chave está em esmiuçar os nossos erros e em aproveitar os ventos de mudança.

     

    Lembre-se de que aquelas partes de você mesmo com as quais você não se conecta habitualmente perdem a força que precisam para se ativar. Por isso, não deixe que a vida passe enquanto você permanece olhando a bateria de seu relógio se consumir, não retroceda.

     

    Dê continuidade, aprenda a relaxar, a olhar com uma lupa aqueles pensamentos que surgem e a contemplar a vida com paciência. Não tente planejar cada milímetro do seu percurso, às vezes precisamos apenas desfocar a câmera e nos deixar levar pelas casualidades da vida.

  • Quarta-Feira, 18/04/2018

    O brilho que você tem incomoda aqueles que vivem na escuridão

    Demonstrar o brilho do seu coração incomoda muito a quem o tem em total escuridão. É uma pena, de fato, que desejar que alguém se alegre com a sua felicidade possa acabar apagando o seu brilho.

     

    Contudo, você precisa saber disto. Nesta vida há aqueles que são luz em essência e iluminam sem chegar a ofuscar, e há aqueles que cegam com sua toxicidade. Estas últimas pessoas são, além disso, o símbolo do que nos surpreende e nos apaga justamente quando procuramos apoio.

     

    Esse tipo de gente – lembre-se – não precisa de você na sua vida e também não é bom que estejam na sua, principalmente porque os amigos acolhem quando há tristeza, mas também sabem celebrar quando existem bons motivos. E quase sempre eles existem.

     

    Deixe que as pessoas tóxicas se afoguem em seu próprio veneno

     

    O brilho e a escuridão fazem parte da natureza, de modo que os dois tipos de pessoas que descrevemos convivem entre si, se comunicam e as vezes se contaminam. Este é justamente o motivo pelo qual é fácil encontrar gente que vive na escuridão e se incomoda com o brilho que nasce da luz que você emite.

     

    Não é que o seu brilho seja desagradável, acontece que algumas pessoas precisam roubá-lo de você para se sentirem melhor, porque na sua alma existe maldade e nas suas veias inveja, muita inveja. Sabe esses cogumelos que aparentemente são muito bonitos mas que não são comestíveis? Pois então, existem pessoas que são assim: se aproximam fazendo você pensar que estarão ali, e na hora da verdade envenenam.

     

    Por isso, é preciso evitar as companhias tóxicas e aquelas que não compartilham a felicidade que sentimos, precisamos deixá-las partir. Se você parar para pensar, alguém que não se alegra com as suas conquistas não gosta de você, e isso é a coisa mais importante.

     

    Ser feliz é bem visto ou mal visto?

     

    Adoramos as boas notícias das pessoas que amamos, gostamos de registrar nossos sonhos em uma reação ou contar que encontramos o lugar onde nos sentimos bem na vida. E o fazemos pelas redes sociais, pelo telefone, por e-mail, com músicas ou das mil formas que imaginarmos.

     

    Por isso é difícil entender a insatisfação de algumas atitudes que desaprovam que estejamos assim, porque esperamos um sorriso em troca, um abraço, um “que legal, parabéns”. Isso já lhe aconteceu alguma vez? Nessas horas o brilho que trazíamos se torna invisível e a emoção despenca por não recebermos uma resposta agradável.

     

    Além disso, quando isto acontece várias vezes, chegamos à conclusão de que a felicidade se contagia, mas somente a quem se deixa contagiar: às vezes acontece da sua paz interior provocar mal-estar nos outros, e isso não tem a ver com você, mas com a gestão das emoções da outra pessoa.

     

    Talvez seja a sua escuridão que incomoda o seu brilho

     

    Pensando neste assunto, cheguei a um paralelo que me pareceu muito interessante e com o qual talvez você concorde: essas pessoas que detestam a sua luz me lembram os dentes do siso. Vou tentar explicar por quê.

     

    Os dentes do siso, cedo ou tarde, chegarão ao nosso dia a dia e provavelmente não o farão ao mesmo tempo: no início irritam, mas quando achamos que estamos bem, começam a doer. Então, nos abatem e enfraquecem as energias que temos, de modo que nos sentimos obrigados a tirá-los, a eliminá-los para que não nos compliquem a vida. Quando vão embora, o alivio que sentimos é sem igual.

     

    As pessoas que têm frio na alma e não encontram uma forma de esquentá-la provocam um impacto como os sisos: de alguma forma precisam aparecer em algum momento porque, como eles, são parte da espécie humana. Contudo, é bom não esquecer que os dentes do siso não têm nenhuma função, e além disso dificultam a higiene bucal. Continue brilhando com a sua luz pessoal e não permita que a escuridão que não é sua invada o seu ânimo.

     

    *Resiliência Humana

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