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Ieda Almeida

  • Segunda-Feira, 19/02/2018

    Não se culpe por se afastar de algumas pessoas e fechar algumas portas

    A vida precisa de faxina. De reciclagem. De ressignificação.

     

    De tempos em tempos, precisa que a gente mude os móveis de lugar, troque o tapete, pinte a parede de uma cor diferente. Depois de algum tempo, precisa que a gente rasgue alguns papéis, libere espaço nas gavetas, ventile o ambiente, se desapegue daquilo que deixou de ter significado.


    Eu costumava me sentir culpada de jogar a maioria dos cadernos antigos do meu filho fora. Porém, no ano seguinte, outra pilha de cadernos se somava à anterior, e eu acabava descartando aqueles que havia guardado. Hoje, conservo apenas um de cada ano, e pode ser que lá na frente eu descubra que não faz mais sentido guarda-los também. Porém, no momento ainda é importante para mim. No momento ainda faz sentido manter aqueles cadernos encapados com adesivos do Minecraft que mostram a evolução da letrinha cursiva e me lembram a fugacidade da infância.

     

    Leva tempo até que a gente se sinta pronto para se desapegar de histórias, objetos, hábitos e pessoas que se quebraram. Como um vaso quebrado, insistimos em colar os cacos, imaginando que podemos manter a peça intacta, como era anteriormente. Nos apegamos aos fragmentos e esquecemos que coisas boas acontecem para quem libera espaços, para quem redimensiona o passado e dá uma chance ao futuro.

     

    Não se trata de vingança. Mas às vezes você tem que parar de direcionar o seu afeto e a sua atenção para quem não é recíproco com você. Deixar de mandar mensagens para quem só aparece quando tem interesse, parar de insistir num encontro para um café com quem sempre arruma uma desculpa, manter distância de quem tenta te diminuir, deixar de ter expectativas após longos silêncios e prolongadas ausências, aprender a se proteger e se valorizar, entendendo que nem sempre gostar muito de alguém é pré-requisito para essa pessoa também gostar muito de você.

     

    Nem sempre ter afeição por alguém é o suficiente para essa relação funcionar. De vez em quando você tem que ter feeling, sensibilidade e diplomacia para se resguardar e se afastar. Fomos educados a agir com tolerância e perdão, mas isso não significa autorizar que algumas pessoas nos subtraiam, ou que nossas vidas fiquem suspensas à espera de um gesto de reciprocidade que nunca ocorrerá. De vez em quando você tem que acordar e perceber que esteve remando o barco sozinho, e que já é hora de parar.

     

    A vida precisa de faxina. E isso inclui fechar algumas portas e dar fim a algumas histórias. Nem tudo cabe em nossa nova etapa de vida, e temos que ser corajosos para abrir mão daquilo que um dia teve significado e hoje não tem mais. Nem sempre é fácil encerrar um capítulo. Porém, às vezes o capítulo já se encerrou faz tempo, só a gente não percebeu.

     

    Por fim, não se esqueça do ditado que diz: “Não guarde lugar para quem não tem intenção de sentar ao seu lado”. Algumas pessoas não valem nosso esforço. Não valem nosso empenho nem intenção de proximidade. Elas simplesmente não fazem questão. E insistir em manter um laço sem reciprocidade só irá nos desgastar, cansar, decepcionar. Quanto antes você entender isso, mais cedo aprenderá a valorizar quem está ao seu lado, seus afetos verdadeiros, sua história bem contada. E enfim adquirirá uma espécie de amor próprio que não lhe permitirá mais remendar porcelanas quebradas. Entenderá de finais e recomeços, e aprenderá a não sentir um pingo de culpa por se amar em primeiro lugar.

     

    Por Fabíola Simões

  • Sexta-Feira, 16/02/2018

    O outono

    O outono se faz presente entre nós.
    A brisa de outono acaricia-nos com o rolar das folhas amarelecidas pelo caminho.
    Caem com a permissão do Pai, mas movidas pela ordem e disciplina do tempo, organizando a natureza.

     

    Assim é a vida em seus ciclos naturais.
    É tempo de recolher-se, de interiorizar-se.
    A estação gesta de luz seus frutos, amadurecendo os frutos de outono.

     

    Os ciclos naturais da vida aqui na terra, cobrem-se da Luz do Pai, que nutre, orienta e que por si só contém a beleza própria de cada idade.
    Colhemos os frutos no outono do viver . . .

     

    Cabe a cada um a preocupação com as boas sementes.
    Que o plantio seja abundante, repleto de bondade, paz, amor, para que a colheita, que é obrigatória, seja farta, plena, repleta das bem-aventuranças e felicidade, que preenchem e inundem o coração, tanto no ato de semear com amor, como no ato do colher.

     

    Cada ciclo é importante.
    Não sejamos pródigos com o tempo.
    Não deixemos passar as estações aleatoriamente, ociosamente . . .
    A qualidade do fruto é importante para a colheita.

     

    Quando o Pai, na sua infinita bondade, colocou as sementes em nosso coração depositou-as para que nós as fertilizássemos e as frutificássemos, aliadas à Luz e ao solo fértil.

     

    Raramente dá frutos amargos uma plantação doce.
    Plante sementes de otimismo, de bondade, de alegria, de Paz e de serenidade nos corações humanos.

     

    Por onde passar, plante.
    O terreno é fértil em cada coração.
    Cada coração espera.
    Renove as sementes.

     

    Plante Amor . . .
    Deixe seu rastro de amor e de luz por onde passar.
    Nesta época de outono, do ciclo natural das estações do planeta, as pessoas estão carentes de um gesto de carinho, de um sorriso, de palavras doces, de compreensão.

     

    Ajude a todos na semeadura, com seu exemplo fraterno.
    Ao Pai cabe a seleção e o julgamento das boas sementes . . .
    Somos hoje, nesta estação da eternidade, o produto das semeaduras passadas.

     

    É hora de Plantar . . .
    Aproveite!

     

    Que seus frutos sejam saborosos, doces, suaves, para que todos possam se beneficiar, para que não os saboreie sozinho.

     

    A Seara do Pai é de uma vastidão incomensurável, à espera de mãos fortes e corações nobres.

     

    A Alegria é o bálsamo do coração, fruto da alma, do espírito . . .

  • Quinta-Feira, 15/02/2018

    Pais que não disciplinam os filhos terão que sustentá-los a vida toda

    Em trecho do livro Pais e Educadores de Alta Performance, Içami Tiba, médico psiquiatra e escritor, fala de como pais que não impõem regras e disciplinas aos filhos, geram adultos que serão sustentados pelo resto da vida.

     

    Içami Tiba elaborou 31 frases que todos Pais devem questionar se estão agindo de tal forma:

     

    1. Fazer pelo filho o que ele próprio pode fazer sozinho;
    2. Deixar de cobrar obrigações que ele tem de cumprir;
    3. Engolir contrariedades, respostas mal-educadas, desrespeito aos outros;
    4. Permitir que o filho imponha suas vontades inadequadas a todos;
    5. Concordar com tudo o que o filho faz e diz só para não contrariá-lo;
    6. Acreditar que “o filho não mente” ou “ele nem sabe o que faz”;
    7. Permitir que o filho gaste o dinheiro do lanche em outras coisas;
    8. Assumir para si as responsabilidades sobre o que o filho faz;
    9. Silenciar quando percebe que o filho falsificou a assinatura dos pais;
    10. Repetir muitas vezes a mesma ordem;
    11. Dar tapas ou “surras pedagógicas”;
    12. Ser conivente com suas delinquências;
    13. Aceitar notas baixas, tarefas feitas de qualquer jeito;
    14. Terceirizar a educação dos filhos;
    15. Ignorar o lixo que o filho jogou no chão;
    16. Permitir que os filhos dentro de casa façam o que não devem fazer no ambiente social;
    17. Incentivar a tirar proveitos pessoais de qualquer vantagem que tiver;
    18. Justificar as falhas dos filhos como erros dos outros;
    19. Tolerar mentiras, traições, pequenos furtos etc;
    20. Minimizar o cumprimento de regras, ordens e combinações estabelecidas;
    21. Inventar desculpas por falhas próprias;
    22. Mudar as regras existentes para favorecer os filhos;
    23. Permitir que experimentem drogas;
    24. Fingir que não percebeu a ingratidão e o abuso que os filhos cometeram;
    25. Instigar superioridade religiosa, financeira, familiar, sexual etc;
    26. Dividir o mundo em pessoas espertas e burras;

    27. Ser cúmplice ou conivente nas transgressões e contravenções dos filhos;
    28. Colocar o filho acima de tudo e de todos;
    29. Ajudar o filho a “colar” nas provas;
    30. Fazer a lição de casa do filho;
    31. Ameaçar ou agredir professores ou pais dos amigos do filho por erros que são dele.

     

    Médico Psiquiatra e escritor– Içami Tiba

  • Quarta-Feira, 14/02/2018

    O elevado custo da desforra

    Mesmo que você não possa amar a seus inimigos, ame pelo menos a você mesmo. E use esse amor por você mesmo para não permitir que seus inimigos controlem a sua felicidade, a sua saúde e a sua vida.

     

    Quando você odeia seus inimigos, está dando a eles poder sobre você mesmo: sobre seu sono, seu apetite, sua pressão arterial, sua saúde, sua felicidade.

     

    Passar dias e noites se preocupando em como desforrar-se deles, arquitetando vinganças mirabolantes, só faz mal a você mesmo. O seu ódio não causa efeito a eles, mas faz com que seus dias e suas noites se transformem em verdadeiros infernos.

     

    Um meio para acabar com esse sentimento ruim e devastador é perdoar seus inimigos e esquecê-los. Para chegar a isso, passe a dedicar-se a alguma coisa infinitamente maior do que o mero desejo de vingança.

     

    E, para cultivar uma atitude mental que traga paz e felicidade, lembre-se desse princípio: nunca procure vingar-se de seus inimigos porque, se o fizer, vai ferir mais a si mesmo do que a eles; não desperdice um minuto sequer falando ou pensando em pessoas que não o agradam.

     

    Dale Carnegie

  • Terça-Feira, 13/02/2018

    Crê e receberás

    Nessa nova empreitada a vida será de lutas diárias e de muito afeto a encontrar pelo caminho.

     

    As vezes temos nossas dúvidas, sentimos coisas que nos fazem descrer de algumas situações. Mas nós sabemos que até aqui as coisas caminhavam para um rumo de certezas e movidos pela fé e a persistência.

     

    Conseguimos chegar até aqui são e salvos, e com uma linda historia ficando pelo caminho. Sempre estivemos juntos nessa estrada, faz tua parte, na parte que te cabe. E faça bem, com alegria força e muita fé nos teus princípios.

     

    "A ajuda chega quando estamos prestes a desacreditar. Confia, crê e receberas.

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